Saiba como se proteger da gripe

Com a chegada do outono e do inverno no País, os casos de gripe ficam mais frequentes. Para proteger a população, o Ministério da Saúde vai iniciar, na próxima segunda-feira (23), a campanha nacional de vacinação contra influenza tipo A (H1N1 e H3N2) e B.

Quais os sintomas?
A gripe tem como sintomas comuns febre, tosse e dor de garganta, de cabeça e no corpo. A piora da doença pode ser percebida por falta de ar; febre duradoura (mais de três dias); prostração; sintomas gastrointestinais; e dor muscular intensa. A transmissão se dá por contato com secreções das vias respiratórias, que a pessoa contaminada emite ao falar, tossir e espirrar. Diferentemente da gripe, os resfriados são mais fracos, com febres baixas e não geram complicações. Caso sinta algum dos sintomas de gripe, não tome remédios por conta própria e procure um posto de saúde.

Como me proteger?
A diretora da Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, Maria Beatriz Ruy, reforça a importância da higiene, além da vacina: “é importante lavar as mãos; se for tossir ou espirrar, cobrir o nariz e a boca com lenço; não compartilhar objetos de uso pessoal, como talheres, copos e pratos; e se manter em ambientes ventilados”. Além disso, os pais devem evitar levar crianças a aglomerações, pois aumenta o risco de contaminação.

Remédios
Quem pode se vacinar?
A vacinação trivalente oferecida gratuitamente é destinada a grupos específicos: crianças de 6 meses a 5 anos incompletos; gestantes; mulheres que deram à luz há no máximo 45 dias; pessoas com 60 anos ou mais; pessoas com doenças crônicas ou condições clínicas especiais (doenças cardiológicas, renais); povos indígenas; professores das redes pública e privada; trabalhadores da saúde e do sistema prisional; população adulta privada de liberdade; e adolescentes e jovens cumprindo medida socioeducativa.

A vacina é segura?
Sim, a vacina é segura e você não vai ficar resfriado quando tomar. Caso esteja com algum sintoma de infecção, aguarde e só tome a vacina quando estiver melhor. E se for do grupo de pessoas com condições clínicas especiais, consulte o seu médico e leve a prescrição dele para a vacinação.

“São muito raros os efeitos adversos”, garante Maria Beatriz, lembrando que algumas crianças podem apresentar irritabilidade após a vacinação. Os efeitos mais comuns são dor, vermelhidão e endurecimento do local da aplicação, que ocorrem em cerca de 15% dos vacinados e desaparecem em dois dias.

Fonte: Governo do Brasil, com informações do Ministério da Saúde

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