Entenda a polêmica envolvendo a organização do Miss Brasil que pode prejudicar Raissa Santana no Miss Universo

A ação judicial movida há dois anos por Camila Dias Mol – candidata ao Miss Sergipe em 2015 – e seu namorado, Bruno Azevedo, contra a organização do Miss Brasil chegou na justiça americana no início do mês e pode prejudicar Raissa Santana na disputa pelo Miss Universo, que acontece no dia 29 de janeiro nas Filipinas. Na época, quem detinha os direitos do concurso era a Bandeirantes, que é citada no documento. Atualmente, quem responde pelo Miss Brasil é a Polishop e, ao que tudo indica, a empresa não foi notificada.

O problema foi durante a estapa estadual do concurso no estado do Sergipe. Camila e o namorado contam que foram procurados pelo coordenador do evento no estado para firmarem um acordo: ele pediu R$ 10 mil para que a participante saísse com a coroa. Na época, outra edição do concurso foi realizada após a Band tomar conhecimento da situação. As denúncias foram até mostradas no programa Conexão Repórter, do SBT.

A ação, movida em território nacional, chegou ao conhecimento do Miss Universo através do advogado Carlos Daniel Nunes Masi. As consequências desta ação podem até interferir na participação de Raissa Santana no Miss Universo. A assessoria da Polishop acredita que a notícia ainda não tenha chegado ao conhecimento da brasileira, que está confinada nas Filipinas para o evento do Miss Universo.

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